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Acadêmicos são premiados por projeto promissor em eficiência energética

21.08.2018

O Centro Universitário de Anápolis tem se transformado em um celeiro de grandes talentos. Recentemente, um aluno do Curso de Arquitetura e Urbanismo e dois de Engenharia Civil da UniEVANGÉLICA foram os ganhadores de prêmio no concurso Programa de Eficiência Energética da instituição.

Cada um dos ganhadores recebeu um notebook, por meio de uma parceria entre a UniEVANGÉLICA e a empresa Vitalux. Esta premiação faz parte das ações para a implantação de uma usina fotovoltaica urbana projetada para ser a maior do Brasil e que está sendo construída no estacionamento da instituição.

Presentes na cerimônia de entrega dos notebooks, o presidente da Associação Educativa Evangélica, Ernei de Oliveira Pina e o Reitor do Centro Universitário de Anápolis, Carlos Hassel Mendes, destacaram que a construção da usina fotovoltaica será um modelo para outras iniciativas semelhantes e estabelecerá um marco para a criação de novos projetos em sustentabilidade.

Para o diretor administrativo da Associação Educativa Evangélica, Lúcio Boggian, "esse é um projeto grandioso, que traz muita visibilidade para a AEE e para o município de Anápolis. E o principal: é um projeto sustentável, com o apoio total da instituição". Ele destacou que o local servirá de laboratório para os acadêmicos.

"Acreditamos neste projeto desde o seu início, em 2016. Estamos ansiosos por ligar a chave dessa usina e presenciar a geração de energia, que será uma forma de contribuirmos com o meio ambiente. E do ponto de vista acadêmico, não faria sentido algum um projeto dessa magnitude sem a participação de alunos e professores", ressaltou ainda Lúcio Boggian.

Projetos educacionais serão desenvolvidos e implementados assim que a Usina Fotovoltaica Urbana estiver concluída. O engenheiro civil Felipe João Marques, coordenador de projetos da Vitalux, destacou a importância da parceria entre a empresa e a UniEVANGÉLICA. "Por mais que o projeto não tenha sido implantado ainda, essa fase preliminar é muito importante. É interessante estreitar as relações entre a academia e a empresa, porque a parte mais difícil é a implantação da obra", ressaltou.

"A área de eficiência energética é promissora. Em 2015 e 2016, a Vitalux conseguiu se manter graças a esses projetos de eficiência energética. Os alunos que quiserem seguir nesse segmento com certeza terão sucesso", afirmou Felipe João Marques, ao fazer referência a um período de crise econômica no Brasil em que a eficiência energética passou a ser primordial.

Juliana Gonçalves da Silva, concluinte de Engenharia Civil, expressou que o desejo de fazer um projeto inovador moveu os participantes do concurso ganhadores do prêmio. "Quando pensamos no mercado de trabalho precisamos pensar em áreas de interesse e a sustentabilidade é um setor muito importante", evidenciou.

Rita de Cássia da Costa Silva, concluinte do Curso de Engenharia Civil, destacou a iniciativa que resultou em um prêmio para os acadêmicos participantes. "Não basta simplesmente construirmos um bom projeto. Temos que construir trazendo algo diferente para o mercado. Enxergamos nesse projeto a oportunidade de fazermos algo diferente para o mercado".

O grupo vencedor, chamado ENGEARQ, teve a participação do acadêmico de Arquitetura e Urbanismo João Carlos Mendes Ribeiro. "Quando começamos a estudar e a enxergar as oportunidades de melhoria das nossas vidas através da tecnologia, ganhamos um impulso", pontuou. Ele afirmou que quer trabalhar com projetos arquitetônicos focados na sustentabilidade. Ele também quer atuar com arquitetura sacra.




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