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Pesquisa no Centro-Oeste

UniEVANGÉLICA integra rede que deve receber recursos da ordem de R$ 150 milhões nos próximos quatro anos
 
A partir do próximo ano pesquisadores da região Centro-Oeste devem receber mais apoio para implementação de projetos na área ambiental, sobretudo estudos sobre os biomas Cerrado e Pantanal. No dia 10 deste mês foi criada, no Ministério da Ciência e Tecnologia, a Rede Pró Centro-Oeste de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação. O Reitor Carlos Hassel Mendes da Silva e o Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária, professor Itami Campos, estiveram presentes ao ato. Quinze instituições de ensino superior dos três estados e do Distrito Federal participam da red que objetiva aumentar o número de pesquisas sobre o Cerrado e o Pantanal.
 
A UniEVANGÉLICA, através do Mestrado em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente, participa da rede e tem pesquisadores envolvidos nesta temática, por isso irá receber recursos para o desenvolvimento das suas linhas de pesquisa, afirma o pró-reitor Itami Campos. Ele destaca que serão destinados, em quatro anos, recursos financeiros da ordem de R$ 150 milhões.
 
Assinaram o acordo que cria a rede o ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sergio Rezende, a secretária de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari, o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, os secretários de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Francisco Tarquínio Daltro, do Distrito Federal, Izalci Lucas, e o reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Gilberto José de Arruda. 
 
A Rede Pró Centro-Oeste terá 452 pesquisadores e 25 instituições públicas e privadas. Rezende disse que a chave para o avanço da Ciência e Tecnologia é a formação de profissionais qualificados. “A Rede Pró Centro-Oeste vai permitir que os pesquisadores sejam qualificados e que haja mais conhecimento sobre o Cerrado e Pantanal”. 
 
Outro intento do projeto é aumentar a quantidade e a qualidade das teses e dissertações acadêmicas sobre biotecnologia e geodiversidade e biodiversidade dos biomas. “A ideia é criarmos mais cursos de doutorados e mestrados em meio ambiente. Entramos agora em uma fase importante: dar sequência e efetividade a esse programa”, afirmou o secretario executivo do MCT, Luis Antonio Elias. 
 
O governador de Goiás, Alcides Rodrigues, ressaltou que a Rede Pró Centro-Oeste veio para ajudar a preservar o Pantanal e o Cerrado. “Faltam pesquisas sobre esses biomas. Não podemos deixar biodiversidade e os mananciais aqüíferos sumirem. Formar massa crítica capacitada é essencial”, disse. Recursos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, do MCT e do MEC vão financiar as pesquisas da Rede Pró Centro-Oeste. Saiba mais sobre o projeto.
 
Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Ciência e Tecnologia
 
22/12/2009
 
 
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